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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Dia estadual do Combate à Pedofilia poderá ser instituído em Goiás

Segue sua tramitação na Assembleia, em vias de ser votado na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ), o projeto de lei nº 1.948/10, que visa criar em Goiás o Dia Estadual do Combate à Pedofilia e Abuso Sexual Infanto-Juvenil. A data proposta pelo autor do projeto, deputado Marlúcio Pereira (PTB), seria o dia 24 de agosto.

Segundo a justificativa do parlamentar, no dia 24 de agosto já é comemorado o Dia da Infância, que é bem diferente do tradicional Dia das Crianças, em 12 de outubro. No Dia da Infância, a ideia não é presentear os pequenos com brinquedos, mas, sim, promover uma reflexão sobre as condições de vida de nossas crianças em todo o mundo.

“Diante disso, entendemos ser esta a data ideal para implementação de um dia destinado à divulgação de informações sobre a pedofilia e a violência cometidas contra a criança e o adolescente em Goiás”, explicou Marlúcio.

A matéria recebeu parecer favorável de seu relator, deputado Helio de Sousa (DEM), e, para se tornar lei, precisa ainda passar pela análise das Comissões, ser votada e aprovada em dois turnos em Plenário e, posteriormente, ser sancionada pelo Governador do Estado.
Fonte: 
          http://www.assembleia.go.gov.br/?p=pg_noticia&id=38528

domingo, 18 de abril de 2010

DIA DO INDIO


19 de abril é o Dia do Índio e, para comemorar a data, é comum que crianças pintem o rosto e façam enfeites que imitam cocares para colocar na cabeça. Esses são dois costumes conhecidos dos índios, mas eles têm muitos outros hábitos que estão se modificando ao longo do tempo. Vários, como tomar banho todos os dias, nós herdamos desses povos, assim como algumas palavras, como abacaxi e outras que dão nome a cidades por todo o Brasil, como Itacarambi e Itabirito.

Hoje, são 230 povos e, pelo menos a metade, vive quase que exclusivamente das fontes tradicionais (caça e pesca), como os Piripikura que vivem no Mato Grosso, enquanto outros já sabem usar computador, falam português e até atuam como políticos. Como você pode perceber, não dá para generalizar o modo de viver dos índios porque cada grupo vive de um jeito. Muitas pessoas se lamentam por pensarem que os indígenas estão perdendo sua cultura por ficarem cada vez mais parecidos com os homens brancos. Mas os indígenas se defendem e dizem que o modo de vida de toda sociedade se transforma com o passar do tempo e, com eles, não poderia ser diferente. 

Isso cabe pensarmos que “As pessoas, normalmente, têm uma imagem do índio de 1500, da época da colonização, que vive na mata e é alheio às tecnologias. Na verdade, tudo caminhou, inclusive nas comunidades indígenas. A cultura é mutável mesmo, não é fixa”


DIFERENTE, MAS IGUAL

Hoje, existem muitos índios que vivem em casas que têm luz elétrica e som. Já somam 5 mil os índios matriculados em universidades, estudando Medicina e Direito, por exemplo, e 20 mil os professores indígenas que ensinam nas línguas que falam. “O que caracteriza ser índio ou não é o jeito de viver, que está muito ligado a símbolos: por exemplo, o jeito de eles explicarem como acontecem os fenômenos da natureza, como os trovões, a chuva...é tudo mitológico”, diz a professora.
ESCOLA DE ÍNDIO

Aproximadamente, 0,5% da população brasileira é indígena, está distribuída em todos os estados do país com maior concentração no Norte. Existem 180 línguas diferentes e essa é apenas uma das características que diferencia um grupo dos outros.

A ideia é que a escola tenha “um pé dentro da aldeia e o outro fora dela”, o que significa que os estudantes aprendem conteúdos ligados à cultura deles, como na disciplina “o uso da terra” que ensina a composição do solo, o tipo de plantas que nasceram ali, quais os chás que podem ser feitos e para que eles servem. Ao mesmo tempo, estudam como o governo e a sociedade podem ajudá-los, que direitos eles têm, entre outras utilidades. Aliás, um problema comum aos índios é a demarcação de terras – espaço destinados para eles morarem.


POR QUE DIA 19 DE ABRIL?

A data foi criada no Brasil pelo presidente Getúlio Vargas, em 1943. A escolha foi uma homenagem ao I Congresso Indigenista Interamericano, um evento realizado no México, em 1940, que reuniu representantes de países da América para tomar decisões políticas importantes.
O INDIO DE HOJE

RESPEITE O ÍNDIO